O Facebook F8 (pronuncia-se eff eight) é uma conferência realizada anualmente pela mídia social mais utilizada em todo o mundo, hoje com mais de 2 bilhões de usuários ativos. O evento acontece na Califórnia, nos Estados Unidos, e destina-se a desenvolvedores interessados nas atualizações e nos avanços da companhia.

(mais…)

Não tenha medo: ao conseguir uma boa audiência, não importa para onde você vá, as pessoas irão te seguir, pois elas querem saber do seu trabalho e querem consumir o seu conteúdo

Confesso que já me fiz essa pergunta diversas vezes, e recentemente tenho recebido essa dúvida de outras pessoas também. Afinal, muita gente tem receio de investir no Facebook, pois assim como outros canais de divulgação, ele também pode acabar, como já tivemos diversas plataformas que fecharam e outras que poderão fechar no futuro. Isso é normal!

Sinceramente, eu acredito que o Facebook não irá acabar tão cedo.

Ele está sendo desenvolvido para durar muito tempo e atualmente a importância que ele tem no dia a dia tanto das pessoas, como das empresas, é um indicador de que ele realmente terá uma vida longa, então eu não teria esse receio.

Mas se você ainda tem um pé atrás, eu tenho algumas reflexões importantes para apresentar.

Para quebrar esse medo, é preciso entender que quando investimos em determinado canal, nós estamos melhorando o nosso posicionamento no mercado e agregando valor para a nossa marca.

Esse é o ponto chave: você não está investindo necessariamente no Facebook, mas em uma plataforma, que pode ser qualquer outra, como TV, rádio ou jornal, por exemplo, e isso irá melhorar a sua audiência.

Ao conseguir uma boa audiência, não importa para onde você vá, as pessoas irão te seguir, pois elas querem saber do seu trabalho e querem consumir o seu conteúdo.

Assim, quando você utiliza algum canal que gera valor positivo para as pessoas, mesmo se algum dia o Facebook acabar, elas irão te acompanhar onde você for.

Portanto, o segredo é fazer com que as pessoas sintam a sua falta e precisem do seu conteúdo.

Outra questão importante é seguir o famoso ditado: nunca coloque todos os ovos na mesma cesta.

Eu, por exemplo, não tenho apenas conteúdo no Facebook, ele está distribuído em diversas plataformas como blog, e-mail, Youtube, Podcast, justamente para não colocar todos os ovos na mesma cesta.

Eu já tive uma página no Facebook com cerca de 12 mil fãs e essa conta simplesmente foi deletada por um motivo que até hoje desconheço, algo a que todos estamos sujeitos, já que sempre pode dar algum tipo de problema.

O que eu fiz? Bom, primeiramente fiquei desesperada para saber o que havia acontecido, mas o que me tranquilizada era saber que eu tinha um blog e uma lista de e-mails. Assim, quando eu criei uma nova página, eu informei as pessoas através dessas outras plataformas.

Claro que não foi legal, mas isso pode acontecer e nós precisamos estar prontos, sempre tendo uma carta na manga. Portanto, nunca tenha apenas uma plataforma de conteúdo: é como ter um arquivo muito importante e sempre salvar em dois ou até três lugares diferentes: se algum arquivo for corrompido ou perdido, você estará seguro. Esse é o raciocínio.

E lembre-se: quando o seu conteúdo é bom e gera o interesse das pessoas, elas irão te acompanhar em qualquer rede social, seja ela qual for.

Texto de Camila Porto, especialista em Internet Marketing e autora do livro Facebook Marketing

Conteúdo do https://www.administradores.com.br/

Agência Parceira LAHAR

POR NATHÁLIA TAMEIRÃO EM INSIGHTS EM DEZEMBRO 9, 2016

“Veja 13 tipos de posts para experimentar e aumentar seu engajamento no Facebook.”

Artigo produzido pela equipe de conteúdo da Rock Content.

Conquistar engajamento é o sonho de todas as pessoas que trabalham com marketing digital, especialmente quem administra páginas no Facebook.

A busca por curtidas, comentários e compartilhamento é o principal objetivo desses profissionais.

Você está entre eles?

Se você respondeu positivamente a essa pergunta, continue lendo esse artigo. Separamos aqui os principais tipos de posts para Facebook que serão responsáveis por aumentar a interação da sua página e consequentemente melhorando os os resultados das suas campanhas de Marketing Digital.

Preparado? Vamos lá!

1- Perguntas

Certamente você já se deparou no Facebook com o famoso “textão”. Esse termo é utilizado quando algum usuário da rede social resolve expor sua opinião sobre um tema polêmico. Nesse caso, as justificativas são extensas e o texto ultrapassa facilmente a marca de 100 ou 200 caracteres.

Esse fenômeno prova o quanto os brasileiros gostam de expor suas opiniões. Quando são provocados com alguma pergunta, o resultado é ainda mais surpreendente. Portanto, a partir de hoje, forneça mais espaço para interação dos usuários.

Para conquistar engajamento, opte por sentenças breves. Além disso, use aescaneabilidade para aumentar a taxa de conversão no feed dos usuários. Aqui, emotions também são bem-vindos para captar a atenção do seu público.

2- “Como fazer”

Quantas vezes você já utilizou o Google para descobrir como fazer alguma coisa? Provavelmente, você está entre as milhões de pessoas que utilizam esse buscador para encontrar respostas para determinados assuntos.

Uma análise da empresa de marketing digital SEMRush mostrou que essa expressão é a segunda mais buscada pelos usuários do Google. Tudo bem que o assunto mais procurado é “como fazer uma tapioca”, no entanto é possível detectar a força desse termo.

Se ele vale para o Google, não há dúvidas que ele será responsável por vários compartilhamentos, curtidas e comentários em seu Facebook.

Aproveitando o momento, que tal descobrir como fazer o marketing do futuro?

3- Post de listas

Outro tipo de post para Facebook que é capaz de gerar muito engajamento para a página da sua empresa é aquele que contém uma série de dicas para ajudar o leitor a solucionar um determinado problema.

Não importa se o seu blog tem como foco o marketing digital, moda ou esporte. Esse tipo de post tem alta taxa de conversão. Ele pode ser usado de várias formas.

Para atrair mais engajamento, busque utilizar listas grandes e com números bastante curiosos. Neste artigo, por exemplo, separamos 176 termos de Social Media que você precisa conhecer.

4- Checklist

Sabemos que o usuário da internet está em busca daquela informação que seja mais simples e prática para o seu dia a dia. Pensando nessa teoria, vale investir no formato de post checklist, pois ele possui exatamente essas características.

Neste post, sua persona terá acesso a um material exclusivo que mostrará quais são os caminhos mais importantes que ela precisa seguir para executar uma tarefa sem problemas.

É comum o checklist gerar vários compartilhamos, pois o usuário da sua página terá interesse em mostrá-lo para os seus amigos que possuem características em comum.

5- Escolha uma legenda para essa foto

Mesmo que você tentasse acompanhar todas as postagens que aparecem em seu feed de notícias, seria praticamente impossível ficar por dentro de todos os assuntos. No entanto, quando as páginas que você segue divulga fotos do seu interesse, a tendência é que você reserve um momento especial para elas, não é mesmo?

Situação semelhante ocorre com o seguidor da sua página. Assim como no texto, você deverá escolher uma imagem atrativa para que o engajamento com seus fãs aumente.

Mais do que isso: é necessário promover uma interação com eles.

Então, experimente pedir aos seus usuários que eles completem a legenda da sua foto. O resultado possivelmente será mais satisfatório em relação às suas outras postagens gerando interação e engajamento.

6 – Posts de incentivo

A página do Facebook da sua empresa não precisa ser, necessariamente, da área de psicologia para incluir postagens motivacionais em sua estratégia. Afinal, esse tipo de conteúdo atrai qualquer público e deixa o relacionamento mais humanizado.

Os posts de incentivo motivam a sua persona a executar uma tarefa complicada que ela estava desenvolvendo naquele momento ou pode servir como uma referência para uma apresentação de trabalho.

Esses tipos de posts podem ser utilizados das seguintes formas.

  • Citações de frases de escritores famosos;
  • Opinião de um especialista do nicho de mercado da página que você administra;
  • História de sucesso dos seus clientes e seguidores.

7- Bastidores

Se você já possui vários seguidores e um grupo de fãs que acompanha constantemente a sua página no Facebook, recomendamos que você mostre os bastidores da sua empresa.

Esse tipo de público, geralmente, gosta de acompanhar como foi desenvolvida sua campanha de marketing, como foi criado um vídeo que viralizou e quais foram as técnicas adotadas para criar uma logo.

Experimente mostrar cada detalhe para o seu público. Os mais apaixonados serão os primeiros a curtir, comentar e compartilhar o material. Dessa forma, além de engajamento, você ganhará mais fãs para a sua página.

8 – Feriados

Uma boa página do Facebook não pode tirar folga nem no feriado. Caso você conquiste a tão sonhado descanso, programe as suas postagens para que o seu público não fique sem conteúdo. Não esqueça desse detalhe ou terá o relacionamento afetado.

Antes de criar um post para a uma data específica, confira se a ação está adequada com seu estilo de linguagem e com a sua persona.

Feriado é uma ótima oportunidade para atrair seu público, quando a sua postagem for utilizada corretamente.

9 – Conteúdo de outras páginas

Quando falamos em marketing digital, é fundamental que você coloque a sua persona como ponto principal da sua estratégia. Devido a esse fator, busque sempre compartilhar conteúdos que solucionam o problema dela de alguma forma, mesmo que seja necessário compartilhar conteúdo de outras páginas.

Ao publicar um conteúdo de outra página, você mostra que está preocupado com os problemas do seu usuário e tanto você como o outro terão resultados positivos.

10- Posts em séries

As séries são a sensação do momento. Entre as mais conhecidas, sem dúvidas, éThe Walking Dead. O sucesso pode ser explicado pela tensão que cada fim de capítulo apresenta. A expectativa para descobrir o próximo desfecho é enorme. Por que não seguir a mesma estratégia e criar um suspense para os seus seguidores do Facebook?

Para acertar no formato da série, faça o seguinte!

  • Escolha um tema que seja interessante para a sua persona;
  • Divida o conteúdo em, no mínimo, três postagens;
  • Defina as datas de publicação. Coloque um intervalo de, no mínimo, um dia para aumentar a expectativa do seu público com a próxima postagem.

Você pode ensinar a sua persona, por exemplo, a série sobre carreiras no nosso blog.

Entre outros posts que iam desde qualificação de equipes a descrições e informações completas sobre cada tipo de carreira de Marketing.

Como esse, por exemplo: Analista de SEO.

11- Vídeos

Os vídeos são peças fundamentais para uma boa estratégia de marketing de conteúdo e também para as métricas da sua página no Facebook. Eles são responsáveis pela maior taxa de compartilhamento da rede social criada por Mark Zuckerberg.

Como a reprodução de vídeos no Facebook se inicia automaticamente, a atenção do usuário é despertada com mais facilidade. Aqui, vale uma dica muito importante!

Os vídeos que são upados no Facebook têm chances de terem um número maior de visualização, além de maior alcance orgânico do que aqueles que linkam para sites da concorrência como, por exemplo, o Youtube.

12 – Imagens

Vídeos e imagens estão para o Facebook assim como a bola está para o futebol e o arroz para o feijão. As comparações são simples, porém, fundamentais para que você entenda importância de postagens com imagens no Facebook.

Elas têm desempenhos melhores do que aquelas que possuem somente texto. Devido a esse fator, escolha a imagem com inteligência. Opte por um material que complete o conteúdo da legenda e atraia cliques.

As imagens podem ser utilizadas de várias formas, entre elas.

13 – Assuntos do momento

Nunca é demais lembrar: a informação, especialmente no mundo virtual muda frequentemente. Mesmo que você se assuste com a quantidade, é fundamental acompanhar, pelo menos, as principais novidades do seu ramo de atuação.

Os usuários da página do Facebook adoram responder perguntas e receber publicações motivacionais em seu feed de notícias, mas também desejam se informar sobre os assuntos do momento.

Para descobrir as tendências mais importante, conheça a ferramenta Google Trends.


Separamos aqui os tipos de posts mais importantes para a sua página no Facebook. No entanto, não será necessário utilizar todos em sua estratégia. Verifique o formato que é mais adequado para a imagem da sua empresa e o estilo da sua persona.

Para encontrar a solução ideal, faça testes com frequência para avaliar qual publicação teve um desempenho melhor em sua página. Além disso, não deixe de acompanhar as novidades da área, pois a cada dia novos tipos de publicações estão surgindo.

Agência Parceira LAHAR

Acelere o crescimento da sua Fanpage e veja os resultados

Quando o assunto é marketing em mídias sociais, muita gente se engana ao achar que não se gasta nada para trazer resultados, já que as ferramentas são gratuitas.
Isso não está totalmente correto. Sempre há um investimento de tempo e energia, especialmente em produção de conteúdo.

No Facebook, por exemplo, seus anúncios segmentados funcionam muito bem para atrair uma audiência qualificada a um custo bastante acessível.

Aprenda a investir de forma correta no Facebook

Investir em mídia online – como Facebook Ads, entre outras formas – é uma grande maneira de complementar e amplificar os investimentos em conteúdo e SEO, além de ser fundamental para antecipar resultados no início, quando a empresa ainda não possui muita autoridade na Web.

Venda pra quem realmente quer comprar da sua empresa

No Facebook, é possível ser cirúrgico na segmentação e atrair o público perfeito para sua empresa. Você vai vender pra quem realmente quer comprar.

Pra saber tudo, em detalhes, baixe este e-Book.

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Sucesso!

Roder Cypriano
OLÁ Multicom

Embora recente, o uso do marketing digital dentro das organizações vem sendo constante.

Gerar leads, conhecer o mercado concorrente e o perfil do consumidor, atrair novos possíveis clientes ou mesmo fidelizar aqueles que já fazem parte do ciclo do negócio estão entre as peculiaridades do uso das redes sociais entre as empresas para fortificar a presença no ambiente virtual.

O Facebook é a rede social mais acessada no mundo e que possui o maior número de usuários ativos — e se sua instituição ainda não está dentro dele, é possível que esteja perdendo excelentes oportunidades de negócios.

Para se ter uma ideia, o estudo B2B Media Report 2015, publicado pela Brandwatch, das 200 empresas B2B analisadas nos Estados Unidos e Reino Unido, 76% das marcas possuíam contas no Twitter ou no Facebook, com uma média, respectivamente, de quase 50 mil seguidores e 210 mil fãs.

O estudo mostra a presença das empresas B2B dentro das redes. Contudo, a utilização do Facebook para b2b ainda não é feita de forma eficiente e muitas instituições acabam perdendo as potencialidades que o uso de redes sociais podem oferecer na divulgação dos produtos/serviços.

Veja como o Facebook para empresas pode fortalecer a imagem corporativa do seu negócio!

Facebook para B2B: funciona?

A resposta é simples: sim. Assim como qualquer outro tipo de empresa, as estratégias para companhias B2B precisam seguir uma linha de direcionamento e oferecer aos usuários conteúdos de qualidade e que possam marcar a experiência, gerando identificação no consumidor e despertando a vontade em conhecê-lo.

A utilização do Facebook para B2B é, entre todas as redes sociais, a mais adequada, uma vez que o usuário se conecta como uma pessoa física — seja no intervalo do trabalho no celular ou à noite, em casa — em busca de entretenimento e troca social.

Para B2B é uma excelente estratégia, uma vez que marcas querem se aproximar do consumidor e não falar com um profissional, diferentemente do que acontece no Linkedln.

Portanto, com uma estratégia adequada e gerando posts direcionados ao público que deseja atingir, companhias B2B poderão atrair novos clientes, gerar leads, tornar interessante o produto/serviço da empresa entre os seus seguidores e fãs.

É importante ter uma dose de criatividade para não tornar o conteúdo invasivo e invisível frente a concorrência.

O que levar em conta na hora de criar uma página?

A regra básica para ter uma página bem acessada no Facebook é criar conteúdo próprio e atrativo. Se você não investe nestes dois itens, é certo que perderá a relevância.

Por isso, ofereça produtos gratuitos para quem assinar a newsletter, e-books e likes Gates.

Outro ponto essencial para ter uma página de sucesso é gerenciar a periodicidade das publicações. Muitas empresas B2B perdem espaço na rede pelo simples fato de não movimentarem adequadamente sua página no Facebook. Existem softwares que auxiliam instituições que não têm tempo para colocar posts diários a manter uma rotina de publicação, até mesmo o próprio Facebook permite fazer agendamentos programados diretamente na sua fanpage.

No processo de criação, é preciso ficar atento ao design da página, uma vez que perde totalmente a atratividade quando apresenta erros.

Não precisa de nada muito sofisticado ou mesmo grandioso, preocupe-se em colocar uma boa foto de capa de maneira que o usuário reconheça o perfil da empresa e possa se identificar com a marca logo de início.

Outro ponto essencial que deve ser considerado é o tempo de resposta

Para o estudo B2B Media Report 2015, as empresas consultadas receberam 72.756 menções que poderiam ser consideradas “intenção de compra”.

Porém, menos de 1% destas menções foram respondidas pelas companhias, representando uma perda de receita equivalente a US$ 36 bilhões. O fato é que o cliente espera atenção, por isso é fundamental que, diante de qualquer tipo de comentário, sempre haja uma resposta esclarecedora.

Mas para facilitar todo o processo é essencial contar com a ajuda de uma agência para monitorar as mídias sociais e os resultados na sua página corporativa.

Com o acompanhamento de profissionais, a empresa pode conhecer melhor qual o impacto das suas ações e estabelecer estratégias que possam melhorar o que está sendo disponibilizado aos seus usuários.

Já sabe que o Facebook para b2b pode fortalecer sua marca, não é mesmo? Compartilhe sua opinião!

Sucesso!

Roder Cypriano  |  Agência OLÁ Multicom  |  (48) 3442.3443
Certificada RD Station

Marketing_Digital_Vendedor_24_horas

 

Reunimos algumas tendências que especialistas na área apontam para 2016 e, que, na nossa opinião, são as principais. Confira:

VÍDEOS CONTINUAM GANHANDO ESPAÇO: Se você ainda não está utilizando vídeos na sua fanpage, comece
o quanto antes.

TRANSMISSÕES AO VIVO: As transmissões ao vivo serão liberadas para todos os usuários e vão ganhar uma relevância enorme no Facebook.

NEGÓCIOS LOCAIS COMO FOCO PRINCIPAL DO FACEBOOK: Se você tem um pequeno negócio, fique sabendo
que nunca foi tão rentável anunciar no Facebook. Novas funcionalidades vão surgir na ferramenta.

INTEGRAÇÕES DE ANÚNCIOS: Novas integrações serão lançadas na plataforma, especialmente as que integram o Whatsapp.

ANÚNCIOS NO WHATSAPP: Os anúncios no Instagram vão ser melhorados e se tornarão (ainda) mais rentáveis.

ANÚNCIOS MAIS CAROS NO FACEBOOK: Anunciar no facebook vai ficar mais caro. Nunca foi tão importante saber anunciar da forma correta no Facebook.

NOVAS FORMAS DE REMARKETING: Será possível anunciar para pessoas que visitaram um determinado número de páginas no site ou pelo tempo que o usuário passou no site.

CONTEÚDO VAI DITAR A RELEVÂNCIA DAS FANPAGES: O Facebook vai trazer, cada vez mais, os conteúdos de blogs e sites para dentro do Facebook.

CONTEÚDO REMUNERADO: com o crescimento do número de artigos dentro do Facebook, será possível ter anúncios do Facebook dentro dos textos, ficando o autor do texto com um percentual desses ganhos, tal como acontece com o Adsense do Google.

INTEGRAÇÃO DO CHAT DO FACEBOOK EM SITES: Algo que já está acontecendo atualmente, e vai ganhar grandes proporções muito em breve.

Outras melhorias surgirão no Facebook, sem dúvidas. Agora é colocar em prática e ficar atento às novas mudanças dessa ferramenta de mídia fantástica.

Abraço.

Rudi Cypriano

Como vender mais?

Quer você seja o dono de uma grande empresa ou um pequeno empreendedor, com certeza deve se fazer essa pergunta constantemente.

Essa é uma preocupação perfeitamente compreensível, uma vez que o seu  faturamento depende das vendas – e quanto maior o número de vendas, maior o seu lucro e mais possibilidade você tem de investir e alçar a sua empresa para novos voos.

É precisamente devido a essa centralidade que as vendas têm que temos dedicado um grande destaque a esse assunto aqui no blog.

Só que a gente sabe que a resposta à questão que inicia este artigo não é simples. Se para aumentar as vendas você tem que contratar vários novos funcionários ou fazer investimentos vultosos, talvez você desista, pois que esses gastos não estão ao seu alcance – você simplesmente não dispõe dos recursos sem comprometer a sustentabilidade do seu negócio.

A gente entende isso.

Então, o que queremos é ajudar você a encontrar maneiras de vender mais, sem custos astronômicos.  

É com esse espírito em mente que, neste post, apresentamos 3 estratégias baratas e ao alcance de todos para aumentar o faturamento da sua empresa – tudo explicadinho com recursos a exemplos práticos.

 Acha que isso não é possível? Vem com gente então!

 

#1 Alinhe o upsell e o crossell entre a sua equipe

Quando a gente tenta responder à pergunta que inicia este artigo, frequentemente somos levados  a pensar na geração de novos clientes. Mas, bem, essa não é a única maneira de aumentar as vendas de uma empresa. Você conhece o upsell e o crossell?

O upsell consiste na oferta de um novo produto ao cliente após uma compra qualquer com a sua empresa – a ideia é apresentar a pessoa a outras opções que talvez não tenham sido consideradas.

Já o crossell envolve a venda de produtos complementares no momento do fechamento do negócio.

Por exemplo, um cliente entra na sua loja de materiais de construção para comprar uma tinta. O vendedor que não lhe oferece pincéis, fita adesiva e bandeja de pintura está perdendo uma oportunidade única de faturamento extra!

Caso o seu cliente tenha comprado tinta para a parte externa da casa, que tal lhe mostrar as opções de tintas acrílicas para a parte de dentro? “Estamos com lançamentos de cores para 2022 da marca XXX aqui na loja! O senhor quer aproveitar e dar uma olhada?”

Você pode alinhar essas duas técnicas com a equipe apenas desenvolvendo um script de vendas simples, que ajude o vendedor a não perder oportunidades de ouro para aumentar o faturamento.

 

#2 Conheça outras técnicas de vendas

Existem tantas técnicas de vendas por aí que talvez a simples diversificação daquelas que você já conhece pode fazer a diferença.

Veja dois exemplos:

O spin selling consiste em uma técnica dinâmica, indicada para equipes de todos os tamanhos e segmentos. Basicamente, nela você mostra a situação, o problema, a implicação desse problema na vida do cliente e, por fim, apresenta a necessidade do seu produto.

Imagine, por exemplo, alguém vendendo um curso de idiomas em uma ação comercial em uma universidade.

Argumente com a situação de que esse potencial cliente daqui a uns anos, depois de terminar a faculdade, recebe uma oferta de empresa multinacional, onde o inglês é pré-requisito obrigatório. O salário e os benefícios são excelentes. Peça à pessoa para imaginar como ela se sentiria se não conseguisse o trabalho apenas por não falar uma segunda língua… Mostre o seu curso como uma solução a essa frustação.

A venda conceitual é parecida. Ela é perfeita para vendas complexas, aquelas que envolvem um processo de convencimento maior. A premissa é vender o conceito de solução, e não propriamente as características específicas do produto. Ainda a propósito do exemplo do curso de inglês: a ideia é focar nos benefícios presentes e futuros que a matrícula na sua escola pode trazer para o cliente. Claro que você pode falar nas características da escola, dos professores qualificados, do material didático etc., mas a ideia é que o foco recaia sobre aquilo que o seu produto ou serviço oferece para o seu potencial cliente, como essa aquisição muda a vida dele.

 

#3 Invista na atração de potenciais clientes e use o poder da Internet para isso

Para aumentar as vendas, você deve aumentar as oportunidades de interação com o seu público-alvo. Quando mais pessoas conhecerem o seu negócio, mais chances você tem de vender – é um princípio básico e intuitivo. As chances aumentam mais se você interagir com pessoas com um perfil afim ao que a sua empresa quer atingir. Por exemplo, se você vende cimento, um potencial cliente é alguém que está construindo uma casa.

No contexto do marketing digital, alcançar essas pessoas é possível – e, ao contrário do que você possa pensar, essa é uma estratégia mais barata do que investir em plataformas tradicionais de marketing.

Chamamos isso de “geração de leads qualificados” – potenciais clientes com os quais a empresa passa a manter uma relação virtual e que podem vir a comprar com você. Essas são as pessoas que, por alguma razão, estão interessadas na sua marca e podem chegar a comprar ou contratar um serviço com você.

 

O que fazer para gerar os leads? Algumas ideias:

– Adapte o site de sua empresa de modo a permitir que os seus clientes se cadastrem para receber uma newsletter quinzenal. Nela, você divulga novidades e promoções;

– Crie conteúdo de qualidade, como e-books e webinars gratuitos. Para ter acesso a esses materiais, o cliente deve fornecer seus dados de contato;

– Crie campanhas capazes de atrair a atenção das pessoas, envolvendo brindes ou descontos exclusivos. Por exemplo, divulgue o sorteio de um produto no Instagram – para se habilitar, os concorrentes devem seguir o perfil da marca, partilhar um determinado post, marcar o @ e usar uma hashtag específica da campanha.

Como vimos, existem, sim, estratégias acessíveis para vender mais. Das 3 que aqui apresentamos, você pode ainda estar pensando que a última é dispendiosa e fora da sua realidade.

A Olá Multicom é uma agência de Comunicação e Marketing que, com anos de experiência no mercado, tem ajudado empresas de diversos ramos a melhorarem os seus resultados aumentando a presença na Internet.

Entre em contato conosco agora mesmo e faremos uma avaliação acessível e de acordo com a sua realidade.

Ah um último recado: para não perder os alertas dos próximos posts, segue a gente no Instagram ou curte a nossa página no Facebook.

Até mais!

Agência Parceira LAHAR

Roder Cypriano

Olá Multicom – Agência de Inbound Marketing

Vender, vender, vender

Essa é a principal atividade em qualquer negócio, não importa o seu tamanho ou segmento de atuação. É daí que vem a receita da empresa, garantindo a sua perenidade no mercado.

Para alçar voos maiores, todo empreendedor deseja aumentar os índices de vendas e traçar metas crescentemente mais ambiciosas. O problema é que, mesmo com produtos e serviços diferenciados, muitos gestores não sabem bem o que fazer para vender mais.

Neste post, nós elegemos as 5 melhores estratégias para aumentar as vendas que toda empresa deveria conhecer.

Continue a leitura e saiba quais você está deixando de implementar!

 

#1 Gerar leads qualificados

Aqui no blog, temos abordado com frequência a metodologia do funil de vendas.

Com base nela, entendemos que aumentar as vendas passa, em grande parte, pela criação contínua de oportunidades de fechamento de negócios via interação com o seu público-alvo. Por outras palavras, é preciso gerar leads – os potenciais clientes com os quais a empresa passa a manter uma relação virtual. Essas são as pessoas que, por alguma razão, estão interessadas na sua marca e podem chegar a comprar ou contratar um serviço com você.

As estratégias de atração desses potenciais clientes devem ser efetivas no sentido de gerar contatos que, realmente, venham a se tornar clientes. Por outras palavras, a empresa tem que investir na geração leads qualificados. A palavra “qualificados” remete à deia de que o potencial cliente em questão  está, de fato, em busca da solução para um problema e tem alta probabilidade de fechar negócio com sua empresa.

Como fazer isso? Quando se delimita um segmento de atuação, é possível focar nas especificidades desse segmento. Em vez de querer “abraçar o mundo”, concentrar-se em um grupo mais restrito e tentar entender suas reais dores e necessidades dará a você ferramentas para melhorar o seu discurso e argumentos para esse segmento. Você passa a entender melhor a realidade para a qual você quer falar.

Um exemplo

Sempre gostamos de recorrer a exemplos práticos aqui no blog para você entender melhor.

Uma forma de trabalhar com os leads qualificados é adotar um sistema de pontuação automatizado de leads, que atribui pontos a um contato com base em suas interações com a empresa – curtidas em redes sociais, comentários, download de materiais etc.

Os contatos que estão alinhados com as personas definidas pela empresa são os que apresentam maior probabilidade de fechar negócio – e é neles que você deve concentrar, produzindo posts e conteúdos voltados para os seus reais interesses. A adoção de um software específico de CRM (Customer Relationship Management) pode te ajudar nessa empreitada.

 

#2 Investir em vendas consultivas

Vendas simples, vendas complexas, vendas consignadas, vendas cruzadas – os especialistas em vendas distinguem diversos tipos de transações, cada uma com suas características próprias.

Uma delas é a venda consultiva. Nela, o vendedor assume um papel de consultor especializado e ajuda o cliente a tomar decisões e fazer escolhas qualificadas, de acordo com as suas reais necessidade. Pense, por exemplo, em uma loja de roupa. Muitos negócios passaram a incluir consultores de estilo para ajudar clientes a fazer escolhas mais adequadas aos seus gostos, tipos de corpo, estilo de vida etc.

Essa é uma das melhores estratégias para vender mais! Ela conjuga atendimento especializado e personalizado, direcionado às necessidades dos clientes, fazendo com que eles se sintam únicos e seguros ao realizar a compra. É um serviço a mais que você oferece como diferencial no seu negócio.

Mas para que vendedores possam atuar como consultores, é necessário treinamento. E isso nos leva à nossa próxima dica.

 

#3 Capacitar sua equipe

Vendedores despreparados comprometem o sucesso de qualquer ciclo de vendas. E não estamos falando só de atendimento ruim. Se o vendedor não patina na hora de responder perguntas básicas sobre o produto ou não conhece técnicas de venda, você irá perder clientes.

Por isso tudo, é necessário treinar a sua equipe. Mesmo que ela seja composta por profissionais experientes, é preciso alinhar procedimentos e valores para todos atuem de forma a manter padrões de qualidade. A empresa pode contratar consultorias especializadas, investir em cursos de curta duração, contratar uma plataforma para capacitação a distância, fazer sessões de partilha de técnicas de vendas com profissionais mais experientes e investir em treinamentos sobre características de produtos específicos, entre outras estratégias.

Um exemplo

A falta de dinheiro é a desculpa número 1 para adiar a decisão de compra. O vendedor precisa saber negociar o valor da oferta e também argumentar que esse valor é muito superior aos benefícios do produto. Uma simples técnica de perguntar algo como: “Esse valor cabe no seu bolso para fecharmos a venda?” faz muita diferença.

Se o cliente confirma que sim, o dinheiro já deixa de ser uma desculpa para adiar a decisão de compra. Várias outras técnicas semelhantes podem ser trabalhadas.

 

#4 Diversifique os canais de venda

Para aumentar as vendas, é preciso oferecer diversos canais de vendas, dando aos clientes oportunidade de escolher o meio que for mais conveniente ou de maior acessibilidade para eles. Essa diversificação ainda permite que a empresa aumente o seu raio de atuação, conquistando públicos com variados perfis de consumo.

O modelo de loja física dispensa apresentações – basicamente, os vendedores estão ali a postos para atender aos clientes. O modelo da loja online oferece tudo que uma loja física oferece, mas sem vendedores – tudo é feito pela internet, com entrega na casa do cliente ou opção de retirada em loja. Outros canais de venda são o telefone, WhatsApp, Instagram, Facebook etc. Há ainda as vendas externas, em que os vendedores visitam clientes em suas casas ou empresas.

Em suma, a ideia é: diversifique as possibilidades pelas quais os clientes podem comprar de você.

 

#5 Invista em boas estratégias de marketing

Propaganda é a alma do negócio – você já deve ter ouvido esse lugar comum, mas que encerra uma verdade profunda. Atualmente, existem inúmeras ferramentas de marketing que usam o poder da tecnologia para ajudar a turbinar as suas vendas. Deixar de usá-las é um verdadeiro tiro no pé!

Estamos falando de criação de conteúdo relevante e interativo em redes sociais e blogs, técnicas de SEO, marketing direcionado a partir de listas de e-mails, anúncios online direcionados ao seu público-alvo etc. Trata-se de estratégias poderosas, com resultados mensuráveis em pouco tempo.

Que tal contar com a ajuda de experts para implementar essas e outras estratégias? A Olá Multicom é uma agência de Comunicação e Marketing que, com anos de experiência no mercado, tem ajudado empresas de diversos ramos a melhorarem os seus resultados. Entre em contato agora mesmo para uma avaliação personalizada.

Ah um último recado: para não perder os alertas dos próximos posts, segue a gente no Instagram ou curte a nossa página no Facebook.

Até a próxima por aqui!

Agência Parceira LAHAR

Roder Cypriano

Olá Multicom – Agência de Inbound Marketing

 

 

O setor de vendas é o departamento mais estratégico de qualquer empresa – afinal, trata-se da razão de ser do negócio, do setor que faz com que produtos e serviços virem receita, gerando lucro e prosperidade.

No entanto, também é verdade que a gestão dessa área não é tarefa nada simples. Fechar um contrato ou formalizar uma venda é apenas o passo final de um longo ciclo, que vai desde a geração de leads até a sua efetiva conversão.

Se para atravessar todas essas etapas do seu funil de vendas, a sua empresa demora em média seis meses, o que aconteceria se você conseguisse diminuir a duração desse ciclo de vendas para quatro ou três meses? E como fazer isso acontecer?

Neste post, vamos mostrar possíveis ações para acelerar o ciclo de vendas, transformando-o em um processo ainda mais lucrativo e eficiente.

 

Ficou curioso? Então, vem com a gente conferir as respostas.

 

Primeiro o que é o ciclo de vendas?

Bem, quando falamos em “ciclo de vendas”, referimo-nos à totalidade de um processo que culmina no fechamento de uma negociação – seja fechando a venda de um produto ou a contratação de um serviço. Esse trajeto é longo e, no contexto das estratégias de marketing, dividido em 6 etapas.

 

Essas etapas, por sua vez, podem ser resumidas da seguinte forma:

 

– Topo do funil: as duas primeiras fases se encontram no que é chamado de “topo do funil”. Nelas, os interessados ainda não têm plena consciência do que precisam exatamente – eles estão em fase de aprendizado e descoberta; a sua empresa está prospectando clientes e qualificando esses potenciais parceiros.

Meio do funil: aqui é quando os prospects já reconhecem que têm um problema e estão considerando uma solução. É nesta hora que a sua empresa se apresenta.

– Fundo do funil: aqui, os clientes estão na fase de Avaliação e Compra. Ocorre, então, a negociação propriamente dita, visando ao fechamento da venda.

 

Em resumo, temos:

 

TOPO

Aprendizado

Descoberta

 

MEIO

Reconhecimento de problema

Consideração da solução

 

FUNDO

Avaliação

Compra

 

Qual a importância de acelerar esse ciclo?

Acelerar o ciclo de vendas é uma necessidade e uma oportunidade. Repare que ciclos muito longos são traduzidos em mais custos para a empresa e dinheiro entrando mais lentamente. Além disso, existe a possibilidade de um potencial cliente desistir da sua jornada de compras no meio do caminho, precisamente porque a caminhada é longo.

Felizmente, existem estratégias que permitem encurtar o ciclo de vendas. É disso que trataremos a seguir.

 

#1 Faça um mapeamento detalhado

Esta nossa primeira estratégia para acelerar o ciclo de vendas da sua empresa de forma consistente envolve a identificação dos pontos que emperram a jornada do cliente – por outras palavras, as pedras no caminho, entende? Trata-se daqueles momentos em que a coisa trava e é preciso, então, dar aquele empurrãozinho.

Colocando em termos mais concretos, os pontos de lentidão podem ser a maneira como a sua empresa divulga os seus produtos ou conduz a negociação direta com o comprador. Por exemplo, se a sua empresa não dispõe de um canal de vendas online, isso pode afugentar os clientes. Outro exemplo: alguém pergunta o preço de item que você divulgou na rede social – quanto tempo alguém demora a responder? Quanto mais rápido isso for feito, mais chances há de a compra ser concretizada.

Outro exemplo: a burocracia é um fator que acaba empacando as vendas. Imagine que, para fechar um contrato, a sua empresa ainda use a tradicional assinatura a próprio punho. Em vez de precisar se deslocar para recolher essa assinatura, você pode adotar a assinatura eletrônica, que possibilita a validade jurídica de um documento diretamente de um celular, tablet ou computador, de forma rápida. Desse modo, assim que fechar uma venda, você já envia contrato validado juridicamente.

Como identificar esses problemas? O ideal é destrinchar todo o processo e acompanhar o resultado de cada uma das etapas. É importante fazer pesquisas de mercado e considerar coisas como métricas de conversão de leads, ticket médio obtido nas primeiras compras e retorno de compradores. Com esses dados em mãos, podem ser tomadas decisões estratégicas.

 

#2 Capacite a sua equipe

A equipe de vendas é a uma importante engrenagem no ciclo de vendas. Sim, vendedores bem treinados podem ajudar o ciclo a ficar mais rápido!

Por isso, é essencial que todos os funcionários da área recebam treinamento e acompanhamento constante, com feedbacks sobre a forma de atuação tudo para melhorarem seu desempenho. Posturas simples, como saber ouvir atentamente o cliente, não alongar demais o processo de convencimento, não despejar informações irrelevantes durante esse processo, não aparentar desconhecimento das características do produto etc. Essas arestas podem ser aparadas com treinamento e supervisão adequadas

É importante frisar que o ciclo de vendas não se restringe à atividade dos vendedores, envolvendo também o trabalho da equipe de marketing e dos atendentes. Todos devem trabalhar em sintonia e falar a mesma linguagem.

 

#3 Aproveite o potencial da tecnologia

Como dissemos de início, o setor de vendas é um dos mais complexos de qualquer empresa. Felizmente, podemos contar com a tecnologia para administrar essa complexidade.

Softwares CRM (sigla em inglês para “gerenciamento de relacionamento com clientes) são uma excelente alternativa para alimentar e manter um rico banco de dados. Essa solução automatiza a coleta de várias informações relevante tanto sobre clientes já conquistados como sobre leads. As informações incluem desde dados pessoais, como idade, até informações específicas, como hábitos de consumo, visitas ao seu site etc.

Assim, a empresa passa a contar com um vasto banco de dados sobre o seu público. A atuação da equipe de vendas melhora, tornando o processo mais personalizado e com um maior potencial de sucesso e rapidez.

Por hoje, é tudo. Esperamos que as dicas de hoje e o recurso aos exemplos tenham ajudado você a se inspirar para acelerar o seu ciclo de vendas.

 

Quer a ajuda de experts para aparar essas arestas? Conte com a Olá Multicom. Nós somos uma agência de Comunicação e Marketing, com anos de experiência no mercado, e podemos ajudar a sua empresa a fazer o melhor uso possível das novas ferramentas de marketing. Entre em contato agora mesmo para uma avaliação personalizada.

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Até mais!

 

Agência Parceira LAHAR

 

Roder Cypriano

 

Olá Multicom – Agência de Inbound Marketing

 

 

Segundo uma pesquisa do Sebrae, de cada quatro empresas abertas no Brasil, uma fecha em até dois anos. O que contribui para essa alta mortalidade precoce dos negócios brasileiros? Entre as principais causas, duas se destacam: problemas de gestão e falta de planejamento.

Isso não deveria surpreender.

Basta pensarmos que hoje, por um lado, tende a haver uma menor diferenciação entre os produtos e serviços e, por outro, uma maior pressão dos clientes e da concorrência – pense em um e-commerce, por exemplo, que não limita a disputa pela atenção dos consumidores aos espaços físicos. Esse cenário torna o trabalho de vendas cada vez mais difícil e complexo. Onde poderia, então, estar um dos principais diferenciais de qualquer negócio, de qualquer ramo de atividade?

Se a qualidade do atendimento, dos produtos e dos serviços é semelhante, é o planejamento de forma sistemática e permanente que faz a diferença na hora de definir o sucesso ou o fracasso das vendas. Planejar, basicamente, significa traçar um caminho, definir o passo a passo para lá chegar e desenvolver instrumentos para o monitoramento das metas estabelecidas. Além disso, significa também estar mais preparado caso surjam “imprevistos” – que não são, na verdade, imprevistos, precisamente, porque você, no planejamento, previu de antemão o que fazer caso eles acontecessem.

 

No post de hoje falamos precisamente sobre o plano de vendas: em que consiste, por que é importante elaborar um (mesmo em um contexto de e-commerce) e como fazer isso para a sua empresa?

As respostas estão em seguida, vem com a gente!

 

O que é o plano de vendas?

Basicamente, o plano de vendas externas é o documento que: 1) estabelece os objetivos comerciais da sua empresa e 2) o que deve ser feito para alcançá-los e lista, ainda, 3) instrumentos para aferir se esses objetivos foram ou não atingidos.

Na prática, é esse documento que organiza e prepara a sua equipe de vendas em torno de um objetivo em comum. É isso que dá aos vendedores uma direção, mostrando as metas que precisam ser alcançadas, o foco das abordagens, as ações e as estratégias que devem ser adotadas ao longo de todo o processo da atração até a conversão, passando também pelo pós-venda.

 

Mas em que isso ajuda?

Com um plano de vendas, as ideias são alinhadas para todos os profissionais envolvidos no processo – todos passam a falar a mesma linguagem e sabem com que propósito trabalham.

Por exemplo, imagine que o plano estabelece como objetivo aumentar em X% as vendas de um determinado produto em determinado segmento. Isso envolve uma série de ações e estratégias direcionadas, que constarão no plano. Todos os envolvidos estão cientes das metas, das estratégias e de suas responsabilidades – e passam a trabalhar com esse norte.

Com o plano, deixam-se de lado os achismos. As tomadas de decisões passam a ser mais precisas, considerando o histórico da empresa, o contexto, as metas, o orçamento disponível.  Tudo isso contribui para uma melhora do desempenho geral da empresa mês a mês.

Como todos sabem o que fazer e como são implementadas ações direcionadas ao incremento das vendas, a equipe está mais treinada. Com isso, há uma maior agilidade no atendimento ao cliente, garantindo uma experiência de compra muito mais positiva para o consumidor.

A empresa também alcança redução de custos, pois todas as ações são direcionadas e planejadas considerando a realidade da empresa – isso otimiza recursos.

 

Como estruturar um plano de vendas?

Agora que já vimos o que é o plano de vendas e quais são os seus benefícios, vejamos algumas dicas de como estruturar esse plano.

 

– Conheça bem o seu público-alvo

Em primeiro lugar, é importante conhecer bem o público que você quer atingir. Certamente, o seu plano incluirá ações de marketing – se você não conhece o seu público, como irá se comunicar com ele e planejar tais ações?

Colete e analise informações sobre o comportamento do seu potencial consumidor. Isso constituirá um bom ponto de partida para o que vem depois.

 

– Defina metas e objetivos de venda

“Aumentar o conhecimento da marca nas redes sociais”

“Aumentar a venda de um produto em X%”

“Conquistar um novo nicho de mercado”

 

Estipular metas de venda é um aspecto central de um plano de ações, pois é a partir delas que você poderá definir as ações que serão implementadas. Além disso, as metas permitem aferir desempenho da equipe e o rendimento individual dos vendedores.

A principal dica é: formule objetivos realistas e da forma mais clara possível.

 

– Determine os prazos

Agora que você já estabeleceu as metas, é hora de definir os prazos: até quando é realista esperar um aumento de 10% nas vendas de um dado produto? Você pode trabalhar com prazos mensais, bimestrais, semestrais, anuais etc.  Tudo depende das características das metas envolvidas.

O importante é trabalhar com um cronograma, que pode ir sendo ajustado à medida que a sua equipe se confronta com a realidade.

 

– Estabeleça ações

Sabe aquela meta de “aumentar o conhecimento da marca nas redes sociais” para vender mais? Então, o que fazer para conseguir isso? Um exemplo de ação seria aumentar as impressões nas mídias em 30%, por meio de investimentos em anúncios e posts mais direcionados.

Cada meta poderá ter uma ou mais ações relacionadas. É também importante definir os responsáveis, que podem ser grupos de trabalho sob a liderança de alguém. Esse detalhamento evita retrabalho e organiza muito melhor os processos.

Outra coisa importante: orçamento. Leve os gastos em consideração e coloque tudo na ponta do lápis, considerando a realidade da sua empresa.

 

– Estabeleça índices concretos de aferição das metas

Para determinadas metas, é importante estabelecer indicadores que permitem identificar se o objetivo foi ou não alcançado a partir das ações propostas.

No caso de uma meta como “aumentar as vendas de um produto em X%”, é mais fácil – basta consultar o volume de vendas e fazer os cálculos. Só que há metas mais complicadas de aferir. Por exemplo, a meta de “aumentar o conhecimento da marca pelo público-alvo” – quais serão os critérios para definir a consecução desse objetivo? Possibilidades: aumento do número de seguidores nas redes sociais, pesquisas de mercado etc.

 

Envolva todo o time

Depois de pronto, é importante que todos os envolvidos tenham ciência integral do plano de vendas. Periodicamente, a equipe pode se reunir para discutir a necessidade de ajustes e melhorias.

 

Por hoje, é tudo. Esperamos que este conteúdo tenha ajudado você a entender a importância de um plano de vendas e que as dicas tenham sido úteis para que você e a sua equipe possam colocar a mão na massa.

Por falar em vendas, não deixe de conferir também a nossa série de posts dedicada às 12 principais habilidades ideias de um vendedor.

 

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Até a próxima!

 

Agência Parceira LAHAR

 

Roder Cypriano

  

Olá Multicom – Agência de Inbound Marketing

Lançado em 2015, o relógio mais preciso do mundo, produzido com base em um oscilador atômico, atrasa apenas um segundo a cada 15 bilhões de anos – isso mesmo que você leu: 15 bilhões de anos! Os relógios tradicionais, que existem há mais de um século, quer sejam de pulso ou de parede, em geral atrasam um segundo a cada dia.

Esse tipo de pêndulos é perfeitamente adequado se você deseja delimitar os intervalos de um treino físico ou marcar o tempo de cozimento de uma porção de macarrão. Agora, se a sua necessidade for medir fenômenos complexos como a interação de ondas gravitacionais ou alinhar sistemas de comunicação com base em satélites, o relógio atômico é, sem dúvida, a opção mais indicada.

Esse exemplo ilustra muito bem um princípio aparentemente óbvio, mas do qual frequentemente nos esquecemos: para fazer mais, o de sempre não é suficiente. De fato, precisamos das ferramentas mais apropriadas e inovadoras se queremos chegar mais longe. Trata-se de uma adequação entre meios e fins.

 

No mundo dos negócios, não é diferente.

Ao se dar ao luxo de permanecer nas soluções tradicionais, você acaba ficando para trás, principalmente tendo em vista que os seus concorrentes provavelmente estão de olhos nas tendências, nessa constante busca de “fazer mais”.

Esse lembrete tem tudo a ver com o nosso post de hoje. Nele, falamos sobre Marketing Flywheel, um novo conceito mercadológico que vem modificando as estratégias tradicionais, como o funil de vendas. Se você quer atingir novos patamares de vendas e ir mais longe, você precisa conhecer essa técnica.

A seguir, explicamos o que de essencial você precisa saber sobre o Marketing Flywheel: o que é, quais são seus princípios, como foi criado e como aplicar no seu negócio.

Vem com a gente!

 

 

O que é Marketing Flywheel e como surgiu?

Conforme já afirmamos, o Marketing Flywheel é uma ferramenta de marketing e vendas com uma abordagem diferente de outras ferramentas tradicionais, como o funil de vendas.

O seu foco é muito mais direcionado à fidelização do usuário.

“Flywheel” aqui significa “volante de rotação”. Por isso, na representação esquemática do modelo dessa ferramenta, temos uma roda, evocando a ideia de um processo que não tem fim. O volante que faz a engrenagem se mover é composto por atração, engajamento e experiência do usuário, sendo este último componente o foco de todo o processo.

Assim, podemos afirmar que o Marketing Flywheel se baseia em atrair o cliente, interagir com ele e proporcionar a ele uma boa experiência, da qual ele se recorde.  Isso tudo, por sua vez, atrai novos clientes e, assim, o ciclo se repete. Então, o fato de se privilegiar a fase da experiência faz com que uma empresa consiga simultaneamente atrair e reter.

 

A ferramenta em questão foi formulada pela primeira vez por Jim Collins na obra “Empresas feitas para vencer: Por que algumas empresas alcançam a excelência… e outras não”, publicada em 2001. Nessa obra, Collins argumenta que “o bom é inimigo do ótimo” ou seja, muitas empresas contentam-se em ser boas, e isso acaba as impedindo de alçar voos maiores.

O autor investiga como se pode alcançar a excelência e quais as ferramentas são necessárias para isso. Uma delas é o a do Flywheel.

 

Como o Marketing Flywheel se distingue do funil de vendas?

Como já tratamos várias vezes aqui no blog, o funil de vendas é um modelo que identifica as etapas de conversão de um potencial cliente, desde o seu primeiro contato da pessoa com a empresa até o momento que ela fecha uma venda.

A representação desse modelo se dá por uma pirâmide invertida, com um triângulo com a base virada para cima. Sendo assim, na parte superior, que é a mais larga, encontra-se o está o público geral – maior parcela dos consumidores. Já no fundo do funil, a área menor, estão os clientes, ou seja, as pessoas que de fato fecharam uma compra.

A premissa é que o público precisa passar pelas etapas que vão do topo à base do funil para que efetivamente se converterem em clientes. Assim, para que o seu negócio continue crescendo e conquistando cada vez mais consumidores, é essencial aumentar a quantidade de pessoas que entram no funil – e quanto maior esse volume, mais clientes no fundo do funil, a empresa terá. Isso também significa que, uma vez que uma pessoa efetua uma compra, na prática, ela não está mais envolvida no funil.

Por sua vez, o foco Marketing Flywheel é muito mais direcionado para o carácter cíclico da estratégia mercadológica. Imagine uma roda que, para começar a se girar, exija um grande esforço de estímulos externos. Depois de um tempo e de vários empurrões, ela passa a se locomover por si só, com cada vez mais facilidade e agilidade. Em um suposto contexto de atrito zero, o movimento seria perpétuo.

 

Transpondo isso para o contexto mercadológico, para encontrar o “flywheel” que fará o seu negócio girar, você vai precisar de mais esforço. Só que, conforme você for acumulando clientes fiéis, ficará cada vez mais fácil conquistar novos clientes – ou seja, as pessoas que compraram seu produto ou contratam o seu serviço são utilizadas como combustível para aumentar as suas vendas. Com isso, o seu negócio passa a gerar resultados cada vez maiores ao longo do tempo.

Em suma, podemos afirmar que, embora o princípio do funil de vendas sirva também para a retenção de clientes, o Marketing Flywheel coloca muito mais foco nisso, propondo estratégias mais proativas e agressivas para que isso aconteça.

Vejamos agora como esse modelo funciona na prática.

 

Quais são as etapas do Marketing Flywheel?

São três as etapas básicas desta ferramenta:

 

1) Atrair

Nessa etapa, o objetivo aqui é dar o primeiro passo para começar um relacionamento com o seu potencial cliente – ou seja, temos que chamar a atenção dessa pessoa.

Como fazer isso no contexto do marketing digital? Por exemplo, sabemos que a criação de conteúdo de valor voltado especificamente para o seu público-alvo é uma estratégia muito efetiva. E depois?

 

2) Envolver

Bom, depois que o potencial cliente já sabe que a sua empresa existe, é hora de levar esse relacionamento para um próximo nível.

Nessa etapa, você pode, por exemplo, obter o endereço de e-mail dele para manter mais contato ou oferecer conteúdos com soluções para o problema que esse seu prospecto está enfrentando. Em suma, a ideia é que você se aproxime cada vez mais o potencial cliente da sua marca até que ele feche a compra.

 

3) Encantar

Fechada a compra, o seu trabalho está só começando. O foco a partir de agora é construir o tal impulso contínuo de que falamos. E isso é feito, basicamente, quando você oferece uma experiência incrível para os seus clientes.

Isso pode envolve, por exemplo, um suporte de venda e pós-venda de qualidade e por formas de incentivo a que os seus consumidores se torne embaixadores da sua marca, contando a outras a experiência (positiva) que tiveram.

 

Quais os princípios do Flywheel?

Tome nota dos princípios que embasam o Flywheel.

 

Foco nas estratégias de retenção

O Marketing Flywheel se preocupa especialmente com os estágios pós-compra – o foco é a fidelização do cliente, como já explicamos. Por isso, as estratégias de retenção devem ser agressivas e efetivas.

 

Adeus a um ponto final

Sabe a ideia da base do funil? Esse era o objetivo tradicional – levar um cliente à conversão de potencial cliente a cliente efetivo.

Com o Flywheel, a ideia é construir um ciclo contínuo – mais do que atrair, o que se pretende é cativar os clientes já conquistados para que eles continuar a fazer a engrenagem do seu negócio girar.

 

Foco na experiência

A obtenção dos chamados “leads” era central para o funil de vendas, certo? O usuário compartilhava as suas informações de contato e, com isso, a gente motivava ele a fazer uma compra.

No Marketing Flywheel, entende-se que a força de compra está no cliente. A principal estratégia é gerar a tal força suficiente para fazer girar a roda continuamente. Para que isso aconteça, devemos atrair os leads, engajá-los e proporcionar uma experiência memorável. Isso vai atraindo clientes novos e fidelizando os antigos e assim por diante. A cartela de clientes vai aumentando e, com isso, as vendas também.

 

Na prática, quais estratégias utilizar?

Antes de encerrarmos este post, achamos oportuno mencionar duas estratégias que ajudam a gerar o tão almejado “encantamento”.

A automação dos processos de atendimento é uma delas. Isso faz com que determinados processos, como o esclarecimento de uma dúvida simples seja muito mais ágil e precisa, evitando potenciais atritos. Ferramentas como chatbots, e-mails de pós-venda ou pesquisas de satisfação entregam isso tudo e estão disponíveis 24 horas por dia.

Outra estratégia importante é a implementação de coleta de dados dos clientes, de modo a personalizar promoções, conteúdos e outras formas de comunicação. Isso pode ser feito por meio de estratégias tecnológicas que monitoram o comportamento do seu cliente no e-commerce da empresa, por exemplo.

É importante frisar que o Marketing Flywheel não invalida as estratégias tradicionais. Na verdade, os ensinamentos dessa ferramenta vêm-se somar, ajudando você a girar com mais força a roda do seu negócio. Como dissemos de início, para fazer mais, você precisa das ferramentas adequadas – e é precisamente isso que o Flywheel pode representar para a sua estratégia de marketing.

 

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Agência Parceira LAHAR

 

Roder Cypriano

 

Olá Multicom – Agência de Inbound Marketing

As siglas “B2C” e “B2B” designam as duas principais formas de vendas no mundo. Basicamente, elas representam dois caminhos muito distintos: vender para consumidores finais ou vender para empresas.

Essa última opção tem se tornado uma realidade cada vez mais frequente no Brasil e no mundo, especialmente pela Internet. De acordo com um relatório da Unctad, o valor do e-commerce B2B global em 2019 atingiu a marca de US$ 21,8 trilhões, representando 82% de todo o comércio eletrônico, incluindo vendas em plataformas de mercado online e transações de intercâmbio eletrônico de dados.

Portanto, engana-se quem pensa que as vendas online são uma solução apenas para o consumidor final. A comercialização B2B também está se mostrando uma excelente opção para empresas que buscam clientes recorrentes e com ticket alto.

Mas esse modelo tem particulares de negócio que exige uma abordagem diferenciada – afinal, você está lidando com um público menor e que também está acostumado a vender. A linguagem, a apresentação, a metodologia, a forma de contato devem respeitar algumas especificidades.

 

Pensando nisso, neste artigo, mostramos o que de mais importante você precisa  saber sobre as vendas B2B e apresentamos algumas das principais técnicas recomendadas pelos especialistas nesse nicho de mercado.

Vem com a gente saber mais!

 

O que são vendas B2B?

A sigla (ou mais precisamente, o acrônimo) “B2B” significa “business to business” – o “2”, “two” em inglês, tem o mesmo som de “to”. Em português, a tradução seria algo como “de negócio para negócio”.

Trata-se, portanto, de um processo de vendas realizado sempre entre empresas, ou seja, entre pessoas jurídicas – geralmente um cliente e um fornecedor.

 

Vejamos alguns exemplos desse tipo de vendas:

– uma empresa que fabrica produtos eletrônicos vende peças para uma loja virtual;

– um grande atacadista do ramo de bijuterias vende produtos para um pequeno lojista;

– uma empresa de limpezas é contratada por uma rede de hotéis.

 

Quais são as principais características do modelo B2B?

Como já afirmamos, o modelo B2B se contrapõe ao modelo B2C, que significa “business to customer”, ou seja, de um negócio para um consumidor, caso em que as transações comerciais ocorrem entre uma pessoa jurídica e uma pessoa física.

Normalmente, as negociações do B2B são realizadas em salas de escritório, em conferências ou pela Internet. Uma das características mais marcantes – principais vantagens – desse modelo é o volume de dinheiro movimentado. Trata-se de um sistema de compras massivo, e isso permite, muitas vezes, a redução de preços para que os produtos possam ser comercializados com uma boa margem de lucro. Por envolverem valores mais altos, as negociações também costumam ser conduzidas com mais cautela.

Outra vantagem muito importante desse tipo de negócios é o relacionamento de longo prazo, pois é natural que os pedidos sejam frequentes – isso significa que, caso a sua empresa conquiste clientes nesse formato, terá pedidos regularmente precisa, afinal o comprador precisa continuar comprando para manter o estoque. As ações de marketing são voltadas a um público muito mais específico, uma vez que o número de empresas é menor que o de pessoas físicas.

Todas essas características têm impacto nas técnicas de vendas a serem aplicadas no modelo B2B.

 

Como atrair clientes B2B?

A palavra-chave para atrair clientes no modelo B2B é mesma para atrair clientes no modelo BC2: marketing – e como estamos falando de vendas pela Internet, podemos ser mais específicos: marketing digital. No entanto, claro, há diferenças no modo de aplicação das técnicas.

No marketing digital tradicional, as táticas de inbound marketing ou de prospecção passiva são essenciais. Nesse modelo, o foco é atrair potenciais clientes, convertê-los em “leads”, gerenciar relacionamentos e, ao final, chegar ao fechamento do negócio.

Já nas vendas B2B, é muito comum o uso do outbound marketing – ou seja, uma empresa escolhe outra para fazer uma oferta, porque enxerga nela uma boa potencial parceira de negócios. É a boa e velha estratégia do “porta a porta”, na qual um profissional visita as lojas, mostra os produtos e tenta fechar as vendas.

 

Atualmente, existem diversos recursos digitais que podem auxiliar em uma condução bem sucedida do modelo B2B. Temos, por exemplo, ferramentas de automatização de relacionamentos, como o e-mail marketing, e ferramentas de comunicação em tempo real e aplicativos, apenas nos limitando a citar alguns recursos.

O que você tem que entender é que o público B2B é muito mais específico. Enquanto que nas vendas finais para pessoas físicas existem milhões de “alvos” para o seu marketing, no segmento B2B, esse público se afunila – são poucos os tomadores de decisões. E isso deve ser levado em consideração na forma como você se comunica com esse público, que geralmente é constituído por gerentes, administradores e donos de negócios.

Em uma abordagem mais prática: é essencial que o seu marketing de conteúdo seja aplicado com uma maior riqueza de informações, inclusive as técnicas, uma vez que quem receberá as informações serão provavelmente especialistas no produto. 

 

Dicas?

Sim! Selecionamos a seguir 5 dicas para você levar em conta no modelo B2B:

 

#1 Preço importa

Lembra-se sempre de que o preço do produto conta muito na hora de fechar uma negociação com pessoas experientes.

A questão do valor do produto é fundamental para que as vendas ocorram de maneira bem-sucedida. Tenha em mente que o volume de vendas no modelo B2B tende a maior e que, no segmento de revenda, o comprador ainda terá que subir esse preço para ter lucro.

 

#2 Concentre-se em quem vale a pena

Como já dissemos, o seu público-alvo no modelo B2B é bem mais específico. No modelo B2C, você quer falar com todo mundo. Aqui, não é o caso não. Concentre seus esforços somente em atrair empresas que realmente podem se tornar seus clientes.

De nada adianta entrar em contato, fazer reuniões e conferências e investir o tempo dos seus funcionários em empresas erradas. Pesquise sobre seus potenciais clientes, avalie a capacidade de pagamento e a reputação deles no mercado.

 

#3 Concorrência

Estude também a concorrência. Avalie os pontos fracos e fortes da sua empresa. Tente encontrar brechas no mercado e fornecer soluções inovadoras.

 

#4 Pós-venda

Concentre seus esforços em manter os clientes que já conquistou e construir uma boa relação com eles. Afinal, sai muito mais caro conquistar um novo cliente do que manter os já fidelizados.

Tenha funcionários que possam se concentrar esforços no pós-venda para conseguir essa tão almejada fidelização

 

A nossa #5 e última e dica é: procure ajuda de especialistas.

Se você deseja ingressar no segmento B2B ou já trabalha com o modelo B2B e quer aperfeiçoar suas técnicas de vendas, conte com a Olá Multicom!

Nós somos uma agência de Comunicação e Marketing, com anos de experiência no mercado, e podemos ajudar a sua empresa a maximizar as vendas nesse contexto específico, com base em técnicas direcionadas. Entre em contato agora mesmo para uma avaliação personalizada.

 

Até o próximo post!

 

Agência Parceira LAHAR

 

Roder Cypriano

Olá Multicom – Agência de Inbound Marketing